quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Confusão
Fim de ano confuso. Um ano tão cheio de surpresas, com tantas revelações, asneiras feitas com arrependimentos à parte, boas sensações vividas, grandes amizades feitas... E tudo acaba! Deste modo, sem aviso prévio, sem um lampejo de revelação sobre o que virá.
Foram muitos os projectos, alguns concretizados, outros nem por isso, e outros em andamento. E o fim do ano espreita, rápido e veloz, sem se preocupar se será ou não bem vindo.
Se pudesse voltar atrás, reter em mim todos os momentos que me esforço por recordar, mas que a memória desfoca, como se pretencessem a outrém. Nada além do vazio e do sentimento de perda permanecem. Porque ao fim e ao cabo nada mudou. As pessoas continuam a ser as mesmas, os lugares mantêm-se iguais. Tudo se resume a uma passagem rápida que não deixa rasto.
E outro ano irá começar. Novos projectos, novas caras, novas emoções nos esperam. E cá estarei para as saborear, aproveitar cada minuto como se fosse o último. Por isso, FELIZ ANO NOVO! Para mim, para os meus e para todos.
Foram muitos os projectos, alguns concretizados, outros nem por isso, e outros em andamento. E o fim do ano espreita, rápido e veloz, sem se preocupar se será ou não bem vindo.
Se pudesse voltar atrás, reter em mim todos os momentos que me esforço por recordar, mas que a memória desfoca, como se pretencessem a outrém. Nada além do vazio e do sentimento de perda permanecem. Porque ao fim e ao cabo nada mudou. As pessoas continuam a ser as mesmas, os lugares mantêm-se iguais. Tudo se resume a uma passagem rápida que não deixa rasto.
E outro ano irá começar. Novos projectos, novas caras, novas emoções nos esperam. E cá estarei para as saborear, aproveitar cada minuto como se fosse o último. Por isso, FELIZ ANO NOVO! Para mim, para os meus e para todos.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
tenho em mim multidões
São nestas noites de chuva,
em que impera o silêncio e sua corte,
No seu fiel e inquieto reino
Tendo a culpa como rei
E a mentira como consorte
Mentira, essa palavra ágil,
que tantos impregam ao vento
Saberão o seu significado?
os seus contornos destrutivos
o seu sedutor talento
Eu sei, sou eu!
encarno a mentira caprichosa
e com ela encanto e deslumbro
faço do inocente culpado
sou a vitima mais perigosa!
Altruismo, sinceridade
a inocência vitimizada
É assim que me descrevo e acredito
só o escuro leva a mentira
e ai fujo em direcção ao nada...
Evoco o passado
o eu de outrora
e hoje quem sou?
as personagens que vivo
nos diversos "eus" de agora.
Embalo-me e perdoo-me,
Por entre as minhas divagações
e volto a ser apenas eu
com toda a mentira acumulada
Tenho em mim multidões!
em que impera o silêncio e sua corte,
No seu fiel e inquieto reino
Tendo a culpa como rei
E a mentira como consorte
Mentira, essa palavra ágil,
que tantos impregam ao vento
Saberão o seu significado?
os seus contornos destrutivos
o seu sedutor talento
Eu sei, sou eu!
encarno a mentira caprichosa
e com ela encanto e deslumbro
faço do inocente culpado
sou a vitima mais perigosa!
Altruismo, sinceridade
a inocência vitimizada
É assim que me descrevo e acredito
só o escuro leva a mentira
e ai fujo em direcção ao nada...
Evoco o passado
o eu de outrora
e hoje quem sou?
as personagens que vivo
nos diversos "eus" de agora.
Embalo-me e perdoo-me,
Por entre as minhas divagações
e volto a ser apenas eu
com toda a mentira acumulada
Tenho em mim multidões!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Algum tempo sem escrever.. Um turbilhão de sensações... Uma miscelânia de pensamentos, dúvidas, questões.. As perguntas para as quais nem eu mesma tenho resposta... Quem sou eu? O que faço aqui?
Por vezes pergunto-me quem é a pessoa que habita o meu corpo, que invade os meus pensamentos, que assalta os sentimentos mais intimos que nem eu sei que tenho. Quem é esta pessoa que me dita o rumo a seguir, o melhor caminho a escolher. Não sei quem sou, vivo alegrias que não são minhas, experiências que me são alheias, uma vida em que a protagonista não sou eu, mas alguém que criei na minha própria mente. alguém que admiro muito mais que a mim mesma, alguém que invejo ser mas não consigo.
Muitas vezes, orgulho-me do meu amor próprio, da minha auto-estima. Mas que auto-estima é essa, que me afasta de mim mesma, criando estereótipos de uma pessoa que não sou? E quanto mais me tento encontrar, maior é o estigma de aparência que crio à minha volta. Amo as pessoas que tenho à minha volta, mas será que me amo a mim mesma? Ou que todo este amor próprio não foi apenas uma barreira, uma máscara que construi para que ninguém conseguisse chegar até mim?
E a concclusão que chego é que não me conheço a mim mesma. Tenho em mim multidões!
Por vezes pergunto-me quem é a pessoa que habita o meu corpo, que invade os meus pensamentos, que assalta os sentimentos mais intimos que nem eu sei que tenho. Quem é esta pessoa que me dita o rumo a seguir, o melhor caminho a escolher. Não sei quem sou, vivo alegrias que não são minhas, experiências que me são alheias, uma vida em que a protagonista não sou eu, mas alguém que criei na minha própria mente. alguém que admiro muito mais que a mim mesma, alguém que invejo ser mas não consigo.
Muitas vezes, orgulho-me do meu amor próprio, da minha auto-estima. Mas que auto-estima é essa, que me afasta de mim mesma, criando estereótipos de uma pessoa que não sou? E quanto mais me tento encontrar, maior é o estigma de aparência que crio à minha volta. Amo as pessoas que tenho à minha volta, mas será que me amo a mim mesma? Ou que todo este amor próprio não foi apenas uma barreira, uma máscara que construi para que ninguém conseguisse chegar até mim?
E a concclusão que chego é que não me conheço a mim mesma. Tenho em mim multidões!
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Jo Pery
Jo Pery, nome de registo Joana Maria Leitão Pereira, estatuto de aquela amiga ... Sei que não passate por um periodo fácil, sei que muitas vezes não te soube ouvir nem aconselhar, sei que te levei muitas vezes a pensar que não queria saber... Mas a verdaade é que te entendo e sei que me entendes a mim. sei que muitas pessoas se questionam acerca da nossa amizade, porque somos muito diferentes, muito opostas, mas também muito próximas... Como gostamos de nos chamar, somos as renegadas :P
Sei que muitas vezes esperavas mais de mim, esperavas mais presença e mais apoio, e que não estive à altura da situação, que te falhei e que errei... Mas também quero que saibas que setás sempre comigo de que estou super feliz com esta fase que estamos a passar.. Porque parece que finalmente chegámos uma à outra, sem medos, receios ou hesitações....
Gosto milhões de ti
Beijinhos
Gi
Sei que muitas vezes esperavas mais de mim, esperavas mais presença e mais apoio, e que não estive à altura da situação, que te falhei e que errei... Mas também quero que saibas que setás sempre comigo de que estou super feliz com esta fase que estamos a passar.. Porque parece que finalmente chegámos uma à outra, sem medos, receios ou hesitações....
Gosto milhões de ti
Beijinhos
Gi
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Às vezes perguntamo-nos porque certo tipo de coisas nos acontecem a nós... Será que fizémos mal a alguém?! Será castigo, ou sina, ou qualquer coisa estapafúrdia que se publica numa qualquer revista estapafúrdia?! Ou será que tudo tem um certo sentido?! Que tudo tem uma razão de ser e um objectivo?!
É por estas perguntas todas que tento não pensar muito nas coisas que acontecem... Mas ás vezes é inevitável e , para uma pessoa como eu é quase impossivel... No outro dia alguém me disse que eu penso demais nas coisas e eu cheguei à conclusão que a pessoa tinha razão, apesar de sempre ter pensado o contrário. A verdade é que faço o filme na minha cabeça, por vezes baseado numa pequena coisa sem importância..
Às vezes gostava de ser mais fria, de ter a capacidade de me distanciar mais facilmente das pessoas, principalmente em situações que sei que posso sair mal... Mas a verdade é que não consigo. não consigo não me preocupar, nem simplesmente afastar-me... Sei que seria o melhor, o mais correcto, o caminho mais fácil... Mas ele fascina-me! E apesar de saber que não posso, não consigo deixar de apreciar os momentos que estou com ele, as conversas, até as trocas de olhares.. Qualquer pessoa me diz que sou insane, louca e até que gosto de me magoar, mas a verdade é essa.. Ele fascina-me!
E é por ele me fascinar que faço todas aquelas iniciais a mim mesma... Porquê eu? Porquê esta situação? Não sei, não tenho qualquer resposta, nem lá perto. Aquilo qm que acredito é que nada acontece por acaso, tudo tem uma lógica qualquer que nós apenas não conseguimos observar.. E deixo-me continuar neste ciclo, que sei que pode não acabar bem, mas também não consigo afastar-me. É isso... Ele fascina-me!
É por estas perguntas todas que tento não pensar muito nas coisas que acontecem... Mas ás vezes é inevitável e , para uma pessoa como eu é quase impossivel... No outro dia alguém me disse que eu penso demais nas coisas e eu cheguei à conclusão que a pessoa tinha razão, apesar de sempre ter pensado o contrário. A verdade é que faço o filme na minha cabeça, por vezes baseado numa pequena coisa sem importância..
Às vezes gostava de ser mais fria, de ter a capacidade de me distanciar mais facilmente das pessoas, principalmente em situações que sei que posso sair mal... Mas a verdade é que não consigo. não consigo não me preocupar, nem simplesmente afastar-me... Sei que seria o melhor, o mais correcto, o caminho mais fácil... Mas ele fascina-me! E apesar de saber que não posso, não consigo deixar de apreciar os momentos que estou com ele, as conversas, até as trocas de olhares.. Qualquer pessoa me diz que sou insane, louca e até que gosto de me magoar, mas a verdade é essa.. Ele fascina-me!
E é por ele me fascinar que faço todas aquelas iniciais a mim mesma... Porquê eu? Porquê esta situação? Não sei, não tenho qualquer resposta, nem lá perto. Aquilo qm que acredito é que nada acontece por acaso, tudo tem uma lógica qualquer que nós apenas não conseguimos observar.. E deixo-me continuar neste ciclo, que sei que pode não acabar bem, mas também não consigo afastar-me. É isso... Ele fascina-me!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Milfontes
Tudo o que eu precisava.. Uns dias longe do trabalho e do tédio do montijo, das pessoas que todos os dias habitam os episódios da minha vida, até da minha casa... Souberam a pato, aqueles 15 dias isolada do mundo, apenas com a preocupação de pensar em qual seria o biquini a usar no dia a seguir...
Porto Côvo é lindo... É absolutamente brutal ! Apaixonei-me pela vila, palas paisagens, pelos doces regionais, pelas falésias.... Era capaz de ficar horas a fio a observar aquelas falésias sem me cansar.. E o meu Bijou foi impecável, tive completamente à vontade em todos os aspectos. Tenho a agradecer-lhe estes dias fantásticos :D
E agora de volta à rotina... Trabalho, café à noite, cartas, ect... E amanhã começam as festas de Alcochete =) e vai ser sempre a bombá-las com a minha Jo Perry e mais um pessoal bacano...
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